Foto: divulgação/PF
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (9), em três cidades do Sertão da Paraíba, a Operação Rescue 21, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça, no âmbito de investigação destinada à repressão de crimes relacionados ao armazenamento e à disponibilização de material de abuso sexual infantojuvenil pela internet.
As medidas judiciais foram cumpridas simultaneamente nos municípios de Areia de Baraúnas, na região de Patos; em Cajazeiras e em Brejo do Cruz, esta última na região de Catolé do Rocha. Segundo a PF, são três investigados distintos.
Na cidade de Brejo do Cruz, uma pessoa foi presa em flagrante pelo crime de armazenamento de material de exploração sexual infantojuvenil.
O material eventualmente apreendido será encaminhado para perícia.
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Caso confirmadas as condutas investigadas, os suspeitos poderão responder pelos crimes de armazenamento e de disponibilização de material de abuso sexual infantojuvenil.
Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.
A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e por adolescentes, como forma de reduzir riscos e de proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.
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SEGUNDA OPERAÇÃO NA PARAÍBA
Também nesta quinta-feira (9), a Polícia Federal deflagrou a Operação Guardião Digital IV, com o objetivo de reprimir práticas criminosas consistentes no armazenamento de imagens e de vídeos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.
A ação operacional consistiu no cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em João Pessoa, expedido pela Justiça Estadual da Paraíba, bem como na determinação judicial de quebra do sigilo telemático do investigado.
Diário do Sertão
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